A Arte de Perder: Repercussões Biopsicossociais da Doença de Alzheimer por meio de uma Análise Crítica do Filme Para Sempre Alice

  • Ana Paula Borges Universidade de Franca/UNIFRAN
  • Adriana Valadares da Silva Universidade de Franca/UNIFRAN
  • Geni Emília de Souza Universidade Cruzeiro do Sul
  • Danilo Cândido Bulgo Universidade de Franca/ UNIFRAN
Palavras-chave: Doença de Alzheimer, cognição, Modelos Biopsicossociais

Resumo

A doença de Alzheimer é a patologia neurodegenerativa mais comum no que concerne as demências, cujas manifestações cognitivas e neuropsiquiátricas culminam na deficiência progressiva e perda da funcionalidade. O filme “Para Sempre Alice” retrata a história de uma professora universitária que após lapsos de memória e alterações comportamentais, é diagnosticada com Alzheimer precoce. Tais cenas mostram como uma profissional ainda jovem aos 50 anos, com livros publicados, carreira sólida, bem-sucedida, com uma relação estável, filhos crescidos, pode a tal ponto ser afetada por esse tipo de demência degenerativa. O objetivo do presente estudo é viabilizar por meio de uma análise crítica os aspectos multidimensionais que envolvem o diagnóstico e evolução da doença na vida da referida personagem, mostrando ao longo das cenas, o drama vivido no âmbito pessoal, familiar e social, por meio da progressão do apagamento do eu, pautando-se em uma visão humanizada e que envolve os aspectos biopsicossociais de Alice.

Biografia do Autor

Ana Paula Borges, Universidade de Franca/UNIFRAN

Doutora em Ciências (USP). Mestra em Promoção de Saúde.

Adriana Valadares da Silva, Universidade de Franca/UNIFRAN

Doutora em Ciências e Mestra em Bioengenharia.

Geni Emília de Souza, Universidade Cruzeiro do Sul

Mestra em Histórica Econômica.

Danilo Cândido Bulgo, Universidade de Franca/ UNIFRAN

Doutor e Mestre em Promoção de Saúde.

Publicado
2024-01-10