Avaliação das Dimensões das Áreas de Preservação Permanente acima de 1.800 Metros de Altitude e da Extensão dos Cursos Hidrográficos Contidos em seus Interiores para as RGIs de São José dos Campos, Taubaté – Pindamonhangaba, Guaratinguetá e Cruzeiro(SP)

  • João Marcos Tourinho
Palavras-chave: altitude, hidrografia, cartografia, topografia

Resumo

O presente artigo visou calcular as dimensões de Áreas de Preservação Permanente (APPs) acima de 1.800 metros de altitude para quatro Regiões Geográficas Imediatas (RGIs) do IBGE instituídas em 2017: São José dos Campos, Taubaté-Pindamonhangaba, Guaratinguetá e Cruzeiro. Em complemento, foram identificadas quatorze folhas topográficas do IBGE, na escala 1:50.000, integrantes do Mapa Índice Digital, em que foram encontradas essa categoria de APPs: Delfim Moreira, Passa Quatro, Tremembé, Rio Mambucaba, Campos de Cunha, Campos do Jordão, Virgínia, São José do Barreiro, Lorena,
Camanducaia, Monteiro Lobato, Cruzeiro, Cunhambebe, Paraisópolis. Nas folhas topográficas, foram reconhecidos os rios Claro e Itagaçaba, localizados nos municípios de Silveiras, Areias, Cruzeiro, Lavrinhas e
Prof. Me. João Marcos Tourinho Mestrado Acadêmico em Ciências Ambientais pela UNITAU. Licenciatura Plena em Geografia pela UNISAL. Bacharelando em Geografia e Ciências Biológicas pela Universidade Cruzeiro do Sul (UNICID). Professor efetivo do componente curricular de Geografia junto à Secretaria Municipal de Educação da Estância Turística de
Tremembé (SP). E-mail: geo.marcos@ bol.com.br
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Edição 05 | Fevereiro de 2022
Pluri Ensino de História Percursos Temáticos de Aprendizagem, São Paulo, n. 5, p. 187-206, fev. 2022
Queluz como componentes da paisagem que podem atuar como corredores ecológicos com suas Áreas de Preservação Permanente entre as serras da Mantiqueira e Bocaina

Publicado
2022-02-16