Desmascarando Construções Imagéticas

“Quebra de Xangô” (1930-1950)

  • Ênio José da Costa Brito
Palavras-chave: Maceió, Quebra de Xangô, Intelectuais Alagoanos,, Memória Coletiva, Resistência

Resumo

Neste Artigo Analítico visita-se a obra de Gabriela Torres Dias intitulada Os intelectuais alagoanos e o Quebra de Xangô de 1912: uma
história de silêncio (1930-1950)
. Nela a autora procura compreender o
silenciamento de intelectuais alagoanos frente ao massacre de um dos
mais tradicionais terreiros de religião afro-brasileira em Maceió. Para
atingir seu objetivo, explicita o contexto social, econômico, político cultural
e religioso do período; e examina de perto as obras de Arthur Ramos,
Alfredo Brandão e Abelardo Duarte e seus posicionamentos frente ao
estudo do negro. A pesquisa dá a conhecer a situação das religiões
afro-brasileiras em Alagoas entre 1930 e 1950 e suas diversas formas
de resistência e de se relacionar com a sociedade e os poderes locais.

Publicado
2021-07-01